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Frayba

[3 sep – Tuxtla Gutiérrez] Conferencia de prensa por la libertad de los cinco de San Juan Cancuc

Llamamos al Estado mexicano a cumplir con la Opinión 21/2025 del Grupo de Trabajo sobre la Detención Arbitraria de la ONU, que reconoce la detención arbitraria de los cinco de San Juan Cancuc y estipula como remedio adecuado su liberación inmediata.

🗓 Fecha: 3 de septiembre
⏰ Hora: 10:00 a.m.
📍 Lugar: Centro de Derechos Humanos Fray Ignacio Barnoya AC. 3a Sur y 4a Oriente Nº 90, Anexo al Templo de San Roque, Tuxtla Gutiérrez

Participan:
-Familiares de los presos
-Grupo de Trabajo No Estamos Todxs
-Centro de Derechos Humanos Fray Bartolomé de Las Casas

#FábricaDeCulpables #LibertadParaLos5 #SanJuanCancuc

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Solidaridad con Palestina

[6 sep – CDMX] Fandango por Palestina

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Solidaridad con Palestina

[CDMX 31 jul 2025] Importante reunión de la solidaridad con Palestina

A todas las organizaciones comprometidas con parar el Genocidio en Palestina. La situación en Gaza ante el brutal avance del Genocidio perpetrado por Israel con el apoyo financiero y político del Gobierno Estadounidense alentado por el mandato de Donald Trump, pese a su amplio aislamiento de gobiernos y pueblos del mundo, escala un genocidio que suma ya más de 59,000 palestinos muertos y al menos 142,000 heridos hasta el 25 de julio de 2025, con más de la mitad siendo mujeres y niños.  A pesar de la “pausa táctica”, de horas, anunciada por Israel para permitir la llegada de ayuda, siguen registrándose víctimas tras los ataques israelíes, pese a que se han lanzado toneladas de alimentos desde aviones de países como Jordania y los Emiratos Árabes Unidos, y el avance de camiones egipcios que han entrado a través del paso fronterizo de Rafah, resultan completamente INSUFICIENTES.

La estrategia de tierra arrasada y el empleo del hambre agravado por el cerco ilegal a la entrada de suministros humanitarios de comida y medicinas tienen condenados a unos 100 mil niños que pueden morir en cuestión de días, además de las agresiones continuas contra los sobrevivientes. 

Eso se empeora con la irracional postura de Israel que con su parlamento aprobó moción para la anexión de Cisjordania y el llamado plan Smotrich (el ministro de Finanzas israelí), con que Tel Aviv pretende concentrar y confinar a 600 mil gazatíes en un campo de concentración sobre los escombros de Rafah, en el sur de la franja, cínicamente llamado ciudad humanitaria cerrada, que es condición para completar el plan de reconstrucción y urbanización para una Palestina liquidada, y en el espacio derruido fincar uno económicamente próspero en manos del sionismo Israelí, uno de los sueños dorados de Donald Trump para la Riviera mediterránea.

Netanyahu no persigue la paz; quiere una rendición incondicional como camino a la limpieza étnica, la extinción de un pueblo, en las narices de los gobiernos del mundo que se conforman con ser testigos incapaces de detener el crimen de lesa humanidad.  Para los pueblos nunca ha sido la hora de cruzar los brazos, es momento de encontrar nuevos caminos de movilización para detener el criminal genocidio en Gaza.

Se hace IMPERIOSO conseguir la más amplia UNIDAD para fortalecer la solidaridad, alzar la voz y EXIGIR la ruptura de relaciones con Israel, una JORNADA NACIONAL que promueva también acciones internacionales similares, que apuntale los esfuerzos solidarios mundiales más significativos que permitan no simplemente la visibilización de lo que ya es prácticamente INOCULTABLE, sino CONTRIBUCIONES SUSTANTIVAS DE NUESTROS PUEBLOS PARA EL FIN DEL GENOCIDIO, EL ALTO AL FUEGO, LA ENTRADA DE AYUDA HUMANITARIA Y LA APLICACIÓN DE LAS SANCIONES INTERNACIONALES A ISRAEL.

Por ello hemos coincidido en la búsqueda de CONSENSOS y llamamos a UNIRNOS con esos fines, el próximo jueves 31 de julio a las 17:00 hrs en el Local del SITUAM, ubicado en Tlalpan 1036, cerca del metro Nativitas.

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CNI

CONVOCATORIA DE COMUNIDADES DE GUERRERO A MANIFESTACIÓN

Se convoca a todas las autoridades comunales, ejidales, comisarios, campesinos, ganaderos, comerciantes, transportistas, estudiantes, maestros y pueblos Indígenas y Afromexicanos de Guerrero a un bloqueo para defender nuestra dignidad y denunciar la injusticia que vivimos a causa de la ausencia y abandono del estado ante las afectaciones del Huracán Erick

MARTES 15 JULIO 2025

6 AM•PUENTE MARQUELIA-ACAPULCO

Exigimos el censo inmediato y completo de todas las comunidades afectadas, la reconstrucción de escuelas, viviendas, caminos y carreteras y el apoyo a la agricultura y ganadería afectada.

Convoca: Comunidades Indígenas de los municipios de San Luis Acatlán: Jolotichán, El Mesón, Jicamaltepec, Piedra Ancha, Yoloxóchitl, San Antonio, Miahuichán, Zentixtlahuaca, y las comunidades Afromexicanos del municipio de Marquelia: Zoyatlán, Cruz Verde y Capulín Chocolate

Llamamos a colectivos, medios, a la Misión Civil de Observación-Sexta y organizaciones de derechos humanos nacionales e internacionales a estar al pendiente.

Responsabilizamos al Estado Mexicano por cualquier atentado contra la movilización y sus integrantes.

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Asamblea Interuniversitaria y Popular por Palestina

[CDMX 12 julio 6pm] Acto cultural por Palestina

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Radio Zapatista

Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN): o espelho que me persegue

En español aquí.
Tradução: Aline Spaniak

“O EZLN é o espelho que me persegue”, foi o que nos disse o artista oaxaquenho Lukas Avendaño durante o Encontro (Rebel e Revel) Arte, realizado no Caracol Jacinto Canek e no Cideci/UniTierra, em Chiapas/México, de 13 a 19 de abril de 2025. Mas não é qualquer espelho, ele esclareceu: é o espelho fumegante de Tezcatlipoca, o espelho de obsidiana que reflete seu verdadeiro ser, mesmo que você não queira vê-lo. Para ele, como para tantas e tantos outros, o EZLN é um espelho onde vê refletido seu próprio ser — no seu caso, seu ser indígena e seu ser muxe (termo Zapoteca para identidades de gênero não binárias) — com dignidade; reflexo que o impulsiona a contribuir com suas performances e sua vitalidade para a construção de outra humanidade possível.

O Encontro (Rebel e Revel) Arte foi isso: um espelho fumegante que, a partir da reflexão sobre a crise global que atravessamos, nos interpela com uma questão desconfortável, porém, mais necessária do que nunca: e vocês, o que estão fazendo? Uma pergunta que ganha força diante da constatação de tudo o que eles e elas — sobretudo os jovens e as jovens — fazem para enfrentar a tormenta que vivemos, não apenas com coragem e determinação, mas também com uma alegre rebeldia.

Como é possível que nesses espaços onde, durante uma semana, se insistiu — por meio de todas as formas artísticas (poesia, teatro, música, dança, circo, performance, cinema, artes plásticas, literatura e mais) — no provável colapso do nosso mundo diante da voracidade do capital, e na morte e no sofrimento inconcebível que esse processo de colapso implica e implicará para boa parte da humanidade, o que tenha predominado foi justamente a alegria, a festa, a celebração da vida?

Parte da resposta está no contexto. Como confirma o relatório do Centro de Direitos Humanos Fray Bartolomé de Las Casas, Chiapas na espiral da violência armada e criminal, Chiapas vive, há anos, uma gravíssima situação de violência armada, com operação impune de grupos do crime organizado, desaparecimentos e recrutamentos forçados, militarização, assassinatos, imposição de megaprojetos, criminalização e agressões contra defensores do território, entre muitas outras violações. Nesse contexto, as comunidades indígenas e camponesas enfrentam um processo de decomposição social que empurra os jovens a abandonar a terra, muitas vezes migrando para o norte ou unindo-se à delinquência.

É nesse contexto — em que muitos “especialistas” previam o fim do zapatismo — que as e os jovens zapatistas se manifestam com força, criatividade e alegria, incorporando a ética de defesa e amor pela vida impulsionada pelo zapatismo há mais de três décadas. Lá estavam as e os milicianos (zapatistas civis com treinamento militar para a autodefesa das comunidades) com sua dignidade rebelde, jovens artistas protagonistas de peças teatrais extraordinárias, artistas plásticos, rappers, poetas. Uma juventude muito outra, rompendo os moldes do que se entende por juventude indígena, com a vitalidade de uma tradição viva, um olhar voltado para o futuro fundamentado na consciência do passado. Ou seja, uma esperança de vida em meio à tormenta.

No dia 15 de abril, no Caracol Jacinto Canek, uma centena de jovens vindos dos 12 caracóis apresentaram a peça “A natureza se revela e se rebela”. Vestidos com belíssimos figurinos — confeccionados por eles mesmos — representando uma grande variedade de animais, explicaram como a destruição do planeta e a mercantilização da vida os afetam. Também deram voz à água, fonte de vida cada vez mais escassa e contaminada, e por fim, à própria Terra, que sofre com a mineração, a poluição, os agrotóxicos e muito mais. É então que os seres da Terra decidem se organizar e defender a vida de forma coletiva. Quando os empresários chegam com seus portfólios, sua ganância, suas máquinas e seus operários, os insetos — seguidos de todos os outros animais — os atacam e os expulsam. “A vida é comum, comum é a vida; agora nos cabe recriar e renascer outra vida, e isso deve ser em comum”, dizem.

“O comum”, nos dizem por meio das peças de teatro, das músicas, dos poemas, das artes plásticas, é o único caminho diante da maquinária de morte de um sistema cuja voracidade não conhece limites. A prática do “comum” no zapatismo não é novidade. Na verdade, é o fundamento de sua construção desde os tempos da clandestinidade. A organização e o trabalho coletivo foram, desde o início, a base de todo o caminhar zapatista — e, certamente, da construção da autonomia —, desde o autogoverno e a justiça autônoma até a saúde e a educação autônomas, a soberania econômica, a comunicação, a agroecologia e todas as formas de resistência e rebeldia. Mas, é nos tempos recentes que “o comum” se coloca explicitamente como o centro não apenas das grandes transformações internas em curso nos últimos anos, mas também da interpelação do zapatismo para fora, para nós, no contexto da crise global. Sem a ação coletiva de organizações, grupos e indivíduos ao redor do planeta — tanto no campo quanto na cidade —, não haverá vida possível diante da destruição em curso, nos diz o zapatismo uma e outra vez.

Quando o EZLN tornou explícita a noção de “o comum” pela primeira vez em dezembro de 2023, referia-se especificamente a uma proposta radical de posse da terra: a “não propriedade”. Ou seja, terras recuperadas que o EZLN declarava “em comum” — terras de ninguém e de todos — nas quais, após acordo coletivo entre zapatistas e não zapatistas da região, qualquer indivíduo ou coletivo poderia trabalhar coletivamente, beneficiando-se de sua produção, mas sem ser proprietário da terra nem de tudo o que nela fosse construído. Defender a terra, portanto, não significa buscar o reconhecimento oficial de sua propriedade por parte do Estado, mas, ao contrário, abolir o próprio conceito de propriedade e promover o uso comum da terra para o benefício coletivo. No entanto, a proposta do comum não se limita às comunidades indígenas zapatistas e não zapatistas de Chiapas: ela se abre ao mundo, diante da urgência de enfrentar coletivamente a crise global. Diante disso, indivíduos e coletivos de qualquer geografia são convidados a trabalhar em comum para aprender a cultivar a terra e adquirir conhecimentos que ajudem a sobreviver à tormenta.

As peças de teatro e demais criações artísticas apresentadas durante as celebrações do 30º aniversário do levante zapatista, no caracol de Dolores Hidalgo, entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024, elaboraram ainda mais a ideia do comum. E, na primeira sessão dos Encontros de Resistência e Rebeldia, em dezembro de 2024 e janeiro deste ano, a comandância, as autoridades civis e os promotores e promotoras de educação e saúde compartilharam o sentido e a genealogia da ideia do comum, que não deriva do marxismo nem de qualquer outra teoria de origem europeia, mas sim da experiência dos avôs e avós dos povos originários.

Agora, neste Encontro (Rebel e Revel) Arte, a noção de “comum” se abre a toda forma de coletividade organizada e radicalmente democrática. Assim, a peça “O amor na tormenta e o dia depois”, criada por jovens dos caracóis de La Realidad, Oventic, Garrucha, Morelia, Roberto Barrios e La Unión, explora a privatização da terra em comunidades irmãs, não zapatistas, o que leva à sua subsequente subdivisão geração após geração, até que se torne impossível viver dela. A peça também aborda a exclusão das mulheres do direito à terra; a decomposição social; a criminalidade, o uso de drogas, o alcoolismo e a prostituição; a migração e a venda das terras diante do endividamento. Já no final, uma comunidade irmã procura os zapatistas, que os orientam com ideias e formação para a construção da autonomia em comum. Dessa forma, a proposta do “comum” vai além da não propriedade das terras recuperadas. A coletividade do comum se estende a todos os aspectos da vida: saúde, educação, justiça, autogoverno, criação e reprodução de mundos em todos os cantos — sementes para o florescimento de uma outra humanidade “no dia depois” do colapso de nossa civilização.

Esse esforço consiste também na partilha “em comum” de conhecimentos e saberes que ajudem a enfrentar a tormenta. Assim, jovens zapatistas — entre 12 e 20 anos — compartilharam saberes herdados de seus ancestrais, que permitem viver de forma autônoma, sem depender de avanços tecnológicos que, por sua vez, dependem de um sistema não sustentável. Fabricação de cestos, pigmentos, adobe, panelas e pratos, cal hidratada, cordas, entre outros — tudo feito com materiais naturais.

Por outro lado, as muitas obras apresentadas pelas e pelos artistas não zapatistas nos convidaram a refletir e a sonhar outras possibilidades a partir de uma extraordinária pluralidade de perspectivas, em uma grande variedade de contextos e geografias. Em tudo isso, evidentemente, a Palestina, assim como as “buscadoras” — os coletivos de mães incansáveis que buscam seus filhos desaparecidos no México — estiveram sempre presentes.

No último dia, 19 de abril, no Cideci/Universidade da Terra, o encontro foi encerrado com uma mesa coordenada pelo Capitão Marcos, da qual participaram Los Zurdos, Payasos en Rebeldía, Stefani Weiss, Antonio Ramírez, Luis de Tavira e o Subcomandante Moisés.

Encerramos aqui com algumas palavras de Iván Prado, do coletivo Payasos en Rebeldía, que nos lembra que é na infância e na juventude que se encontra a esperança de um novo amanhecer: “As crianças mantêm um lugar de espontaneidade, de crença profunda na capacidade de viver nossos sonhos: a força de sonhar. A capacidade do ser humano de construir mundos a partir dos sonhos. A inocência, a consciência e a potência que temos na infância têm a ver com saber quem somos e onde estamos. Somos a semente desse futuro, desse dia depois. O que vimos nestes dias é a semente dessa arte futura que virá após o colapso. Nós, artistas que participamos deste encontro nestes dias, estamos semeando esse amanhã, porque o amanhã se semeia hoje.”

Olhando-nos no espelho de obsidiana que a arte e a criatividade zapatista colocam diante de nossos olhos, partimos deste encontro confrontados com a provocação escrita em grandes letras no palco do Caracol Jacinto Canek: “Despertem já, povos do mundo”. E, com ela, a pergunta insistente que nos lança o espelho zapatista: E você, o que está fazendo?

Veja também:

Alguns áudios das apresentações, gravados pelo coletivo KeHuelga, estão disponíveis aqui.

Entrevista a Lukas Avendaño: [podcast]https://radiozapatista.org/wp-content/uploads/2025/04/Entrev-Lukas-Avendano.mp3[/podcast]

Entrevistas realizadas pelos RZtitas, o comando infantil de RZ:

Payasos en Rebeldía: [podcast]https://radiozapatista.org/wp-content/uploads/2025/04/Entrev-Payasos.mp3[/podcast]

Mastuerzo: [podcast]https://radiozapatista.org/wp-content/uploads/2025/04/Entrev-Mastuerzo.mp3[/podcast]

Entrevistas realizadas pelo coletivo KeHuelga:

Delmar Penka: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-RebelRevelArte-Entrevista-DelmarPenka.mp3[/podcast]

Errante Piratería Roja: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-RebelRevelArte-Entrevista-ErrantePirateriaRoja.mp3[/podcast]

Paz de Bitácora de Aguas: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-RebelRevelArte-Entrevista-Paz-BitacoraDeAguas.mp3[/podcast]

Titze Malambé: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-RebelRevelArte-Entrevista-Titzemalambe.mp3[/podcast]

Mesa de encerramento

Los Zurdos: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-19-RebelRevelArte-Mesa-01-LosZurdos.mp3[/podcast]
Payasos en Rebeldía: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-19-RebelRevelArte-Mesa-02-PayasosEnRebeldia.mp3[/podcast]
Stefany Weiss: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-19-RebelRevelArte-Mesa-03-StefanyWeiss.mp3[/podcast]
Antonio Ramírez: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-19-RebelRevelArte-Mesa-05-LuisDeTavira.mp3[/podcast]
Luis de Tavira: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-19-RebelRevelArte-Mesa-05-LuisDeTavira.mp3[/podcast]
Subcomandante Insurgente Moisés: [podcast]https://kehuelga.net/archivos/lucha/2025/2025-04-RebelRevelArte/2025-04-19-RebelRevelArte-Mesa-06-SubMoises.mp3[/podcast]

Entrevistas em vídeo realizadas por Armadilla del Sur para Rádio Zapatista:

Foto-reportagem

Foto de portada: Carlos Ogaz

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Frayba

Assina pela liberdade imediata dos Bases de Apoio Zapatistas José Baldemar Santiz Sántiz e Andrés Manuel Sántiz Gómez

San Cristóbal de Las Casas, Chiapas
30 de abril de 2025

Exigimos a liberação imediata das Bases de Apoio do EZLN José Baldemar Santiz Sántiz e Andrés Manuel Sántiz Gómez

  • Repressão e ataque direto contra a autonomia zapatista
  • Alertamos de mais um caso de fabricação de culpáveis que atenta contra a luta pela Vida e o Comum

Denunciamos com veemência a criminalização e a repressão sistemática do Estado mexicano contra o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e suas Bases de Apoio, José Baldemar Sántiz Sántiz e Andrés Manuel Sántiz Gómez, que foram arbitrariamente privados de sua liberdade em uma operação ocorrida na comunidade de San Pedro Cotzilnam, município de Aldama, que representa um ataque direto ao movimento zapatista e ao território onde a Autonomia e a Autodeterminação estão sendo construídas, na luta persistente pela Vida e pelo Comum.

Nas primeiras horas do domingo, 27 de abril de 2025, os BAEZLN foram levados ao Centro Estadual de Reinserção Social para Pessoas Condenadas (CERSS) nº 5 em San Cristóbal de Las Casas, Chiapas, sob a acusação de sequestro agravado em um processo repleto de irregularidades.

A detenção dos BAEZLN foi realizada sem mandado de prisão e as buscas em suas casas foram realizadas sem autorização judicial, acompanhadas de abusos, tratamentos cruéis, desumanos e degradantes, roubos e violações flagrantes de seus direitos humanos. Essas ações, perpetradas por forças militares e de segurança, incluindo a Guarda Nacional e as Forças de Reação Imediata Pakal, são provas de um padrão sistemático de repressão e violência estatal em Chiapas.

O caso é mais um exemplo da estratégia de criminalização usada pela Procuradoria Geral do Estado de Chiapas, que fabrica provas e acusa injustamente pessoas inocentes, enquanto os verdadeiros autores permanecem impunes. Esse ataque não apenas viola os direitos individuais de José Baldemar e Andrés, mas também constitui uma agressão ao território e à autonomia dos povos zapatistas.

Portanto, exigimos dos governos federal e estadual:

  • A libertação imediata e incondicional de José Baldemar Sántiz Sántiz e Andrés Manuel Sántiz Gómez, Bases de Apoio do Exército Zapatista de Libertação Nacional.
  • O fim da repressão e dos ataques contra a autonomia zapatista.
  • O fim da fabricação de culpa e da impunidade em Chiapas.

Chamamos a solidariedade nacional e internacional!

Pedimos a todas as pessoas, organizações e movimentos que se mobilizem em seu próprio tempo e de suas próprias maneiras para exigir justiça. É urgente levantar a voz para deter a repressão estatal e garantir a liberdade dos companheiros do BAEZLN, que hoje são reféns de um sistema repressivo. Fique atento às atualizações sobre esse caso e aja em defesa da dignidade, a justiça e os direitos humanos e pela defesa da autonomia, do território e da vida.

Ao assinar esta Ação, se enviará automaticamente um email com seu endereço como remetente às autoridades governamentais. Mais informações na política de privacidade.

https://frayba.org.mx/firma-por-la-libertad-inmediata-de-las-bases-de-apoyo-del-ezln-jose-baldemar-santiz-santiz-y-andres

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Pueblos, comunidades y personas organizadas y unidas por la vida de nuestro territorio

Declaratoria de pueblos libres de megaproyectos

En el estado de Chiapas, las y los habitantes de los pueblos originarios que comprenden los territorios desde San Cristóbal de las Casas hasta Palenque, preocupadas y preocupados por las recientes acciones emprendidas por el Gobierno Estatal, con las que se pretende simular un proceso de consulta para la destrucción de nuestros hogares ancestrales con la construcción de una Autopista, en el ejercicio de nuestra autonomía y del derecho colectivo a la libre determinación de los pueblos y comunidades indígenas, nos unimos para manifestar nuestro rotundo rechazo a cualquier megaproyecto que pueda afectar y despojarnos de nuestro territorio, cultura medio ambiente. Suscribimos la presente declaratoria

CONSIDERANDO:

Que la Madre tierra y el territorio que habitamos construyen nuestro modo de ser pueblos originarios con una cultura, cosmovisión, una manera única de sentir-pensar la vida toda.

Que Nuestro territorio es parte del cosmos en el que todas sus partes (cerros, ojos de agua, animales diversos, manantiales, viento) están vivas, tienen espíritu-ajaw, se encuentran unidas y se relacionan entre sí, viven y conviven en armonía, una armonía que nuestros antepasados cuidaron y respetaron; es nuestra herencia ancestral.

Que la gente de los pueblos originarios mayas somos parte de esta gran casa común y nuestros abuelos y abuelas nos enseñaron a cuidar y respetar la vida que ahí se habita, manteniendo la armonía con la creación, la humanidad y con Dios, siendo nuestro territorio el núcleo fundamental de nuestra existencia, identidad y bienestar.

Llevamos en el corazón que la madre tierra es sagrada, ella nos da de comer, de beber, nos da alegría al corazón, es nuestro deber preservar su equilibrio en nuestro corazón y en el universo para que la vida que dejaron nuestros abuelos y abuelas la sigan disfrutando nuestros hijos e hijas.

Ante el proyecto de la construcción de la Autopista Palenque-San Cristóbal significa una amenaza para nuestro territorio que lo afecta, destruye y que nos despoja no solo de un pedazo de tierra, sino de la vida que ahí se habita: manantiales, animales, árboles diversos y de nuestra identidad que nos hace ser pueblo.

Es por ello, que habitantes mayas de comunidades de los municipios afectados nos adherimos a esta declaratoria. Mujeres, hombres, jóvenes, ancianos, después de dialogar y analizar

ACORDAMOS:

Primero. Declaramos que nuestro territorio indígena, pueblos originarios mayas, son parte de la madre tierra sagrada. Que nuestra existencia depende de la armonía que mantengamos con la vida que habita en ella.

Segundo. Declaramos que nuestro territorio indígena maya rechaza el proyecto de la Autopista Palenque a San Cristóbal y cualquier proyecto que no sea compatible con nuestra forma de vida, cosmovisión y con el cuidado de la madre tierra.

Tercero. Nuestro territorio es declarado cultura viva y territorio libre de megaproyectos. Esta protección de la tierra se ampara en el derecho internacional y en la Constitución Política de los Estados Unidos Mexicanos, en el derecho a la libre determinación, autogobierno y autonomía, a decidir nuestra propia forma de desarrollo o existencia y a la preservación de nuestros entornos territoriales.

Cuarto. Que toda acción del gobierno de la Federación, del Estado y de los municipios tiene que ser dialogada y acordada con los pueblos y comunidades originarias, de acuerdo con nuestra palabra y sistema normativo indígena. Por ello, rechazamos cualquier acción que no se tome con las costumbres y autoridades tradicionales de la comunidad: asamblea comunitaria y principales. Cuestiones que se garantizan como consulta previa, libre e informada, para obtener el consentimiento bajo las formas representativas y de organización de los pueblos indígenas y mediante procedimientos culturalmente adecuados, conforme a la Constitución Mexicana, el Convenio 169 de la OIT, la Declaración de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas, y otros instrumentos internacionales de derechos humanos.

Quinto. Como pueblos indígenas haremos las gestiones y acciones jurídicas, políticas y de organización necesarias para el cuidado y respeto de la madre tierra, para la preservación de nuestros territorio, la defensa de nuestros derechos colectivos, así como de nuestra forma de vida como integrantes de los pueblos indígenas chiapanecos.

El territorio es agua, viento, animales,
árboles, cultura, cosmovisión, fe,
Es nuestra identidad maya”
“Porque el Territorio es nuestro”

San Cristóbal de las Casas, Chiapas a 31 de marzo del 2025
Firman pueblos, comunidades y personas organizadas y unidas
por la vida de nuestro territorio

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Frayba

[19 Mar – SCLC] Presentación del Informe Frayba: “Chiapas en la espiral de la violencia armada y criminal”

El Centro de Derechos Humanos Fray Bartolomé de Las Casas invita a la presentación de su informe “Chiapas, en la espiral de la violencia armada y criminal”.

19 de marzo de 2025, 17:30
Oficinas del Frayba
San Cristóbal de Las Casas, Chiapas

En vivo en la plataforma del Frayba: frayba.org

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Grupo de Trabajo contra la Desaparición en Chiapas

[18 Mar – SCLC] Luto nacional 400 velas + 400 pares de zapatos

El Grupo de Trabajo contra la Desaparición en Chiapas convoca a la 𝐚𝐜𝐜𝐢𝐨́𝐧 ❞𝐋𝐮𝐭𝐨 𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥, 𝟒𝟎𝟎 𝐯𝐞𝐥𝐚𝐬 + 𝟒𝟎𝟎 𝐩𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐳𝐚𝐩𝐚𝐭𝐨𝐬❞

📍 Plaza de La Paz, San Cristóbal de Las Casas
🗓18 de marzo
⏰ 17:30 hrs.

𝗘𝗻𝗰𝗶𝗲𝗻𝗱𝗲 𝘂𝗻𝗮 𝘃𝗲𝗹𝗮, 𝗹𝗹𝗲𝘃𝗮 𝘂𝗻 𝗽𝗮𝗿 𝗱𝗲 𝘇𝗮𝗽𝗮𝘁𝗼